26 de maio de 2009

CIDADE DE DEUS, O FILME QUE VIROU UM CLÁSSICO

O filme "Cidade de Deus", produção em 2002, com direção de Fernando Meirelles e Kátia Lund que tornou-se um clássico do cinema brasileiro, ganhador de mais de 30 prêmios, dá um banho em muitas produções estrangeiras. A pelicula mistura ação e drama, o roteiro nos põe num labirinto de surpresas, desmistfica estereótipos e estes caem por terra ao mostrar o "apartheid" camuflado, compulsório, racial e social a que são submetidos os moradores de favelas e regiões mais distantes dos grandes centros urbanos. Como dizia uma música dos anos sessenta: "O morro não tem vez."
O filme evidencia para aqueles que querem ver e saber que o Brasil não é tão romântico e belo assim. Há a corrupção nos meios policiais, o narcotráfico só existe porque quem consome são os filhos daqueles que dizem tentar combate-lo, que há uma comunidade segregada que nunca terão reais chances de oportunidades iguais com o povo do asfalto. Drogas e armamentos entram nas favelas com aval daqueles que fazem vista grossa e financiam toda essa violência e os mesmos tratam com desdem que a população das favelas tenham acesso à educação, cidadania e segurança pública. No inconsciente coletivo do brasileiro, a lei e a opressão são brancas, a malandragem e a sacanagem são mestiças.
Não dever cívico assistir o filme "Cidade de Deus", é uma oportunidade única para refletirmos sobre nossas mazelas e imperfeições, sobre a decadência moral, social e política dos nossos governantes e seus governos.

21 de maio de 2009

E O BRASILEIRO VÔOU PRIMEIRO?

Em 1902 para construir o primeiro avião e decolar com seus próprios meios, Santos Dumont usou a gôndola do balão numero 14, revestiu de seda japonesa e instalou asas. O 14 Bis tinha dez metros e doze de envergadura.
Em 1907, o invento número 19 com o nome de Demoiselle de Santos Dumont que sucedeu o 14 Bis parecia-se muito com os ultraleves atuais, sua fuselagem era feita de bambu. Os irmãos Wright voaram mesmo antes de Alberto Santos Dumont??? Tenho lá minhas dúvidas...

20 de maio de 2009

A EXPLORAÇÃO COVARDE DA AMAZÔNIA


Para retirar madeira de lei da selva em quantidade suficiente para mobiliar um edifício de dez andares é preciso desmatar uma área de 400 quilômetros quadrados, equivalente a um terço da área ocupada pela cidade de São Paulo.
Todas as hidrelétricas instaladas na Amazônia e as planejadas para um futuro sombrio cobrirão de água apenas 0,4% da região. Empilhadas todas as árvores inundadas pelos lagos das usinas, ter-se-ia 430.000.000 de metros cúbicos de lenha suficientes para encher 180 estádios do tamanho do Maracanã

POESIA, OXIGÊNIO DA ALMA

Muito mais do que palavras em frases e frases estampadas no papel branco, a poesia vai muito além das trivialidades da vida, do dormir e acordar, ela está acima dos sentimentos mesquinhos, ultrapassando os limites da mediocridade. Revela-nos uma busca incessante, tirando-nos da contemporarização e marasmo intelectual que nos faz peças descartáveis de um sistema manipulador e decadente.
Enquanto houver poesia, haverá vida, amor, paz, esperança, menos incerteza sobre nós mesmos e a nova velha descoberta, de que a vida é muito mais ampla do que pensamos e que estamos neste mundo numa breve passagem que nada mais é do um aprendizado essencial de um grande projeto redentor.

19 de maio de 2009

TUA PRESENÇA É POESIA...


THY PRESENCE IS POETRY
TUA PRESENÇA É POESIA

Fair false our leaves
Belas flores são falsas
And no blind man write poems.
Nenhum cego escreve poemas...
Come to me in the silence of the night,
Vem no silêncio a mim no anoitecer.
Let us be true...
Sejamos sinceros...
Wonderfull days that are no more
Os dias maravilhosos que não mais existem
Saw the vision of the world
Vislumbrei a visão do mundo,
Sad and strange
Triste e estranho.
Days that are no more,
Dias que não mais existem...
The poetry of thy presence
A poesia da tua presença.
The happy and beautifull flowers
As flores belas e felizes.
Chose friend of the spirit
Amiga eleita do espirito
She stings of love, strange dream.
Ela canta do estranho sonho, o amor,
Eternal spirit of the chainless mind,
Eterna alma de uma mente sem prisão...

Obs: Desculpem meu inglês macarrônico

18 de maio de 2009

VILA SÉSAMO...VELHOS E BONS TEMPOS


Quando criança nos primeiros anos da década de 70 no mundo da admirável televisão nova, quando sentavamos na sala e ficavamos quietos, hipnotizados para assistir a todos os desenhos e seriados. Só saiamos de frente da TV para irmos à escola, um programa marcou a minha infância, talvez não só a minha, mas de toda uma geração, eu me refiro ao programa "VILA SÉSAMO"
O seriado infantil começou a ser transmitido em 12/10/1972. Na época, a Rede Cultura e a Rede Globo estavam bastante interessadas em adaptar o programa norte-americano. Como a Rede Globo inicialmente não tinha estúdios para filmar o seriado, foi criada uma parceria entre as emissoras. Eis o motivo de Vila Sésamo ter sido exibida pelas duas emissoras até 1974, quando a TV Globo assumiu totalmente a produção do programa. Conseguidos os direitos da Children's Television Workshop, Vila Sésamo teve sua estréia na TV. Era exibido às 10h45 e 16h, e durava de meia a uma hora. Era um programa que trazia noções educativas para as crianças, mas de um modo que não fosse chato, que mesclava a educação com a diversão e uma boa dose de humor. O cenário, era uma vila onde pessoas e bonecos conviviam com crianças. Ao longo das três fases do programa, eram abordados temas diferentes como as letras, os números, as cores,a higiene, o respeito no trânsito, e outros. Tudo isso acompanhado de desenhos animados e canções compostas pelos irmãos Marcos e Paulo Sérgio Valle.
Foi a partir de 1973 que Vila Sésamo foi completamente nacionalizada. Foi nesse ano que surgiram as versões brasileiras dos famosos bonecos Garibaldo, Gugu e Funga-Funga. Uma outra novidade era as participações de crianças carentes entre 3 e 10 anos. As únicas cenas não produzidas no Brasil eram as de Ênio e Beto, personagens do Sesame Street, cuja as cenas eram apresentadas no seriado.
Bons tempos aqueles anos, nós crianças não tinhamos quase nada de material, mas tinhamos educação, respeito pelos mais velhos e sonhavamos em ser super-heróis na nossa ingenua criatividade.

16 de maio de 2009

BLACK PANTHERS

O "Partido Pantera Negra para Autodefesa", foi um partido negro revolucionário dos Estados Unidos, fundado em 1966 em Oakland, na Califórnia, por Huey Newton e Bobby Seale, com o objetivo de patrulhar guetos negros para proteger os residentes dos atos de brutalidade da polícia. *Os Panteras tornaram-se eventualmente um grupo revolucionário marxista que defendia o armamento de todos os negros, a isenção dos negros no pagamento de impostos e de todas as sanções da chamada "América branca", a libertação de todos os negros da cadeia, e o pagamento de compensação aos negros por séculos de exploração branca. Os mais radicais eram a favor da luta armada. No auge do movimento, em meados da década de 1960, os membros dos Panteras Negras passou dos 2.000 integrantes passando a contar com sedes nas principais cidades.
Os Panteras Negras se envolveram em vários conflitos com a polícia nas décadas de 60 e 70, onde aconteciam tiroteios na Califórnia, em Nova Iorque e em Chicago, um desses resultando na prisão de Newton pelo assassinato de um policial. *Na medida em que alguns membros do partido eram culpados de atos criminais, o grupo foi sujeitado a uma grande hostilização da polícia que algumas vezes se deu na forma de ataques violentos, despertando investigações no Congresso sobre as atividades da polícia com relação aos Panteras. Na década de 70, os métodos do partido sofreu uma grande mudança, a utilização da violência deu lugar ao fortalecimento de serviços sociais nas comunidades negras nos EUA e concentração de uma forte política convencional. Isto se deu devido ao partido ter perdido muitos membros e perdido muitos de seus líderes. O fim dos Panteras Negras veio a se confirmar na década de 80.

14 de maio de 2009

HISTÓRICO DISCURSO DE MARTIN LUTHER KING "EU TENHO UM SONHO"


EU TENHO UM SONHO
Discurso de Martin Luther King (28/08/1963)

"Eu estou contente em unir-me com vocês no dia que entrará para a história como a maior demonstração pela liberdade na história de nossa nação.
Cem anos atrás, um grande americano, na qual estamos sob sua simbólica sombra, assinou a Proclamação de Emancipação. Esse importante decreto veio como um grande farol de esperança para milhões de escravos negros que tinham murchados nas chamas da injustiça. Ele veio como uma alvorada para terminar a longa noite de seus cativeiros.
Mas cem anos depois, o Negro ainda não é livre.
Cem anos depois, a vida do Negro ainda é tristemente inválida pelas algemas da segregação e as cadeias de discriminação.
Cem anos depois, o Negro vive em uma ilha só de pobreza no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos depois, o Negro ainda adoece nos cantos da sociedade americana e se encontram exilados em sua própria terra. Assim, nós viemos aqui hoje para dramatizar sua vergonhosa condição.
De certo modo, nós viemos à capital de nossa nação para trocar um cheque. Quando os arquitetos de nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e a Declaração da Independência, eles estavam assinando uma nota promissória para a qual todo americano seria seu herdeiro. Esta nota era uma promessa que todos os homens, sim, os homens negros, como também os homens brancos, teriam garantidos os direitos inalienáveis de vida, liberdade e a busca da felicidade. Hoje é óbvio que aquela América não apresentou esta nota promissória. Em vez de honrar esta obrigação sagrada, a América deu para o povo negro um cheque sem fundo, um cheque que voltou marcado com "fundos insuficientes".
Mas nós nos recusamos a acreditar que o banco da justiça é falível. Nós nos recusamos a acreditar que há capitais insuficientes de oportunidade nesta nação. Assim nós viemos trocar este cheque, um cheque que nos dará o direito de reclamar as riquezas de liberdade e a segurança da justiça.
Nós também viemos para recordar à América dessa cruel urgência. Este não é o momento para descansar no luxo refrescante ou tomar o remédio tranqüilizante do gradualismo.
Agora é o tempo para transformar em realidade as promessas de democracia.
Agora é o tempo para subir do vale das trevas da segregação ao caminho iluminado pelo sol da justiça racial.
Agora é o tempo para erguer nossa nação das areias movediças da injustiça racial para a pedra sólida da fraternidade. Agora é o tempo para fazer da justiça uma realidade para todos os filhos de Deus.
Seria fatal para a nação negligenciar a urgência desse momento. Este verão sufocante do legítimo descontentamento dos Negros não passará até termos um renovador outono de liberdade e igualdade. Este ano de 1963 não é um fim, mas um começo. Esses que esperam que o Negro agora estará contente, terão um violento despertar se a nação votar aos negócios de sempre.
Mas há algo que eu tenho que dizer ao meu povo que se dirige ao portal que conduz ao palácio da justiça. No processo de conquistar nosso legítimo direito, nós não devemos ser culpados de ações de injustiças. Não vamos satisfazer nossa sede de liberdade bebendo da xícara da amargura e do ódio. Nós sempre temos que conduzir nossa luta num alto nível de dignidade e disciplina. Nós não devemos permitir que nosso criativo protesto se degenere em violência física. Novamente e novamente nós temos que subir às majestosas alturas da reunião da força física com a força de alma. Nossa nova e maravilhosa combatividade mostrou à comunidade negra que não devemos ter uma desconfiança para com todas as pessoas brancas, para muitos de nossos irmãos brancos, como comprovamos pela presença deles aqui hoje, vieram entender que o destino deles é amarrado ao nosso destino. Eles vieram perceber que a liberdade deles é ligada indissoluvelmente a nossa liberdade. Nós não podemos caminhar só.
E como nós caminhamos, nós temos que fazer a promessa que nós sempre marcharemos à frente. Nós não podemos retroceder. Há esses que estão perguntando para os devotos dos direitos civis, "Quando vocês estarão satisfeitos?"
Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto o Negro for vítima dos horrores indizíveis da brutalidade policial. Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto nossos corpos, pesados com a fadiga da viagem, não poderem ter hospedagem nos motéis das estradas e os hotéis das cidades. Nós não estaremos satisfeitos enquanto um Negro não puder votar no Mississipi e um Negro em Nova Iorque acreditar que ele não tem motivo para votar. Não, não, nós não estamos satisfeitos e nós não estaremos satisfeitos até que a justiça e a retidão rolem abaixo como águas de uma poderosa correnteza.
Eu não esqueci que alguns de você vieram até aqui após grandes testes e sofrimentos. Alguns de você vieram recentemente de celas estreitas das prisões. Alguns de vocês vieram de áreas onde sua busca pela liberdade lhe deixaram marcas pelas tempestades das perseguições e pelos ventos de brutalidade policial. Você são o veteranos do sofrimento. Continuem trabalhando com a fé que sofrimento imerecido é redentor. Voltem para o Mississippi, voltem para o Alabama, voltem para a Carolina do Sul, voltem para a Geórgia, voltem para Louisiana, voltem para as ruas sujas e guetos de nossas cidades do norte, sabendo que de alguma maneira esta situação pode e será mudada. Não se deixe caiar no vale de desespero.
Eu digo a você hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano. Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.
Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.
Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.
Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado, e todas as colinas e montanhas virão abaixo, os lugares ásperos serão aplainados e os lugares tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada e toda a carne estará junta.
Esta é nosSa esperança. Esta é a fé com que regressarei para o Sul. Com esta fé nós poderemos cortar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé nós poderemos transformar as discórdias estridentes de nossa nação em uma bela sinfonia de fraternidade. Com esta fé nós poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, para ir encarcerar juntos, defender liberdade juntos, e quem sabe nós seremos um dia livre. Este será o dia, este será o dia quando todas as crianças de Deus poderão cantar com um novo significado.
"Meu país, doce terra de liberdade, eu te canto.
Terra onde meus pais morreram, terra do orgulho dos peregrinos,
De qualquer lado da montanha, ouço o sino da liberdade!"
E se a América é uma grande nação, isto tem que se tornar verdadeiro.
E assim ouvirei o sino da liberdade no extraordinário topo da montanha de New Hampshire.
Ouvirei o sino da liberdade nas poderosas montanhas poderosas de Nova York.
Ouvirei o sino da liberdade nos engrandecidos Alleghenies da Pennsylvania.
Ouvirei o sino da liberdade nas montanhas cobertas de neve Rockies do Colorado.
Ouvirei o sino da liberdade nas ladeiras curvas da Califórnia.
Mas não é só isso. Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Pedra da Geórgia.
Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Vigilância do Tennessee.
Ouvirei o sino da liberdade em todas as colinas do Mississipi.
Em todas as montanhas, ouviu o sino da liberdade.
E quando isto acontecer, quando nós permitimos o sino da liberdade soar, quando nós deixarmos ele soar em toda moradia e todo vilarejo, em todo estado e em toda cidade, nós poderemos acelerar aquele dia quando todas as crianças de Deus, homens pretos e homens brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão unir mãos e cantar nas palavras do velho espiritual negro:
"Livre afinal, livre afinal.
Agradeço ao Deus todo-poderoso, nós somos livres afinal."

PALAVRAS DE MARTIN LUTHER KING

"Se soubesse que o mundo se desintegraria amanhã, ainda assim plantaria a minha macieira.O que me assusta não é a violência de poucos, mas a omissão de muitos.Temos aprendido a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas não aprendemos a sensível arte de viver como irmãos."

"A COBRA ESTÁ FUMANDO" E "SENTA A PUA"!


A avestruz foi adotada como símbolo do 1º Grupo de Caça da FAB devido à sua legendária capacidade de aceitar e devorar tudo. Quanto ao lema escolhido, tratava-se de uma agressiva expressão da gíria carioca, aplicada neste caso para incitar os pilotos ao ataque contra os alemães.
Na gíria militar da época, a expressão "A cobra está fumando" significava uma situação de perigo, tal como os pracinhas encontraram na frente de batalha italiana. A adoção desse lema para o distintivo da FEB dá a medida do valor dos soldados brasileiros, bem como da serenidade com que eles encaravam os riscos da guerra.


12 de maio de 2009

É DELAS O REINO DOS CÉUS...

Os olhos negros assustados, o sorriso inocente, os dedos em V, um gesto cheio de ideologias, embora certas crianças nunca venham a saber muito bem o significado da palavra vitória. Milhares de crianças convivem diariamente com a violência em seu dia-a-dia, uma sucessão de barbaridades que uma mente em formação jamais irá superar ou esquecer.
Todo dia vemos e ouvimos todo tipo de agressões contra crianças seja aqui no Brasil onde elas são jogadas do alto de edifícios residenciais, arrastadas pelas ruas em carros dirigidos por bandidos alucinados ou violentadas por familiares e pedófilos que são a encarnação do mal no seu sentido mais amplo ou em tantos outros países em que essas violências não entram nas estatísticas...
Seja em Ruanda, Sudão, Afeganistão, Iraque, Palestina, onde elas pegam em armas, matam e morrem nas guerras em nome da ideologia de adultos e de um futuro que não chegarão a ver. Crianças é criança em qualquer país, o que elas querem é brincar, jogar bola, soltar pipa, correr umas atrás das outras, pular corda.
No Novo Testamento, no Evangelho de Marcos, capitulo 10, versículos 14 e 15, Jesus Cristo deixa um recado e uma ordem para a nossa geração, não para os do seu tempo, quando Ele diz: “Deixar vir a mim as crianças e não as impeçais, porque delas é o reino dos céus.
Em verdade vos digo que qualquer que não receber o reino de Deus como criança, de maneira nenhuma entrará nele”.
Deixamos que as crianças sejam crianças, que cresçam com saúde e bem educadas. Desfrutem de seus sonhos e fantasias e sejam adultos dignos e repletos do Espírito Santo de Deus.

13 DE MAIO??? AS SANDICES DITAS POR PROFESSORES RACISTAS...


“No final de 1987, a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo publicou um livro, “SALVE O 13 DE MAIO?” Relatório sobre as mentiras e verdades do racismo na escola paulista, que reproduziu as discussões ocorridas nas escolas estaduais em 13 de maio de 1986. Um dos textos é uma indicação exata do tamanho dos obstáculos a serem superados. Um grupo de professores de uma escola de Ourinhos, no interior do estado de São Paulo, ofereceu uma proposta para solucionar o problema da discriminação racial. Os negros são mais prolíficos que os brancos, dizem eles. Por isso a raça predominante (os brancos) devem educar os negros e mulatos e conscientiza-los dos benefícios do controle de natalidade (caso contrario, a alta taxa de natalidade entre eles poderá leva-los a serem maioria no país, em curto prazo e a disputarem o domínio da nação). Além disso, pregam os professores, deve ser promovida a mistura de negros com brancos e dos mestiços daí resultantes com brancos para que no prazo de 300 anos os negros sejam finalmente eliminados da sociedade brasileira”.
(Jornal “Leia” – página 50 – maio de 1988)

5 de maio de 2009

DATAS REDONDAS DE 2009

Neste ano de 2009 comemora-se os 220 anos em que treze estados norte-americanos ratificaram a primeira constituição da história, que serviu de modelo para a maioria das repúblicas que surgiram posteriormente. 100 anos da criação da linha de montagem de automóveis por Henry Ford. 90 anos que os países vencedores da Primeira Guerra Mundial estabeleceram o Tratado de Versalhes que determina os termos de paz com a Alemanha e lhe impõe severas penas. 50 da Revolução Cubana, liderada por Fidel Castro juntamente com Ernesto Che Guevara. 40 anos do Festival de Woodstock, que revolucionou o mundo do rock e lançou músicos e cantores como Joe Cocker entre outros. Comemora-se este ano também 40 anos da ida do homem a Lua, um pequeno passo para o astronauta Neil Amstrong em solo lunar, mas um enorme passo para raça humana. 30 anos da Revolução Islâmica iniciada pela maioria xiita do Irã comandados pelo Aiatola Kohmeini. 20 anos da queda do muro de Berlim e com isso o fim do socialismo no leste europeu. 20 do massacre de estudantes na Praça da Paz Celestial na China, no qual o exército chinês sob ordens do governo do país sufocou a revolta dos estudantes.
No Brasil, este ano faz 100 que o médico sanitarista Carlos Chagas descobre as causas, os sintomas e o meio de propagação da doença de Chagas. 100 anos da fundação de dois times de tradição no futebol brasileiro, o Sport Club Internacional de Porto alegre e o Coritiba Foot Ball Club, time do Paraná. 60 anos da criação da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência). Faz este ano 90 anos da primeira conquista da seleção brasileira em uma Copa América de Futebol disputada no Brasil. 30 anos do decreto número 83.284, aprovado pelo Congresso Nacional que regulamenta a exigência de diploma para exercício de jornalista no Brasil. 40 anos da criação da Fundação Padre Anchieta, concedendo-lhe a TV Cultura, canal 2 para fins educativos. Escolhida para adaptar o programa norte-americano “Vila Sésamo” (Sesame Street). 20 anos que os brasileiros voltaram a eleger um presidente pelo voto direto depois de 25 anos de ditadura militar e foi eleito naquele ano de 1989, Fernando Collor de Mello que dois anos depois renunciaria a Presidência da República pelas denúncias de corrupção no seu governo, mas mesmo assim sofreu um “impeachment” por parte do Congresso Nacional.

220 ANOS DA REVOLUÇÃO FRANCESA


Inspirada na tríade iluminista: Liberdade, Fraternidade e Igualdade, a Revolução Francesa de 1789 que este ano completa aniversário de 220 anos marcou uma nova era no mundo ao decretar o fim da sociedade feudal e da dominação da nobreza e abrir caminho para modernidade. A revolta popular que provocou a queda do antigo regime e a ascensão dos valores burgueses influi no desmoronamento de regimes absolutistas muito além das fronteiras da França.

2 de maio de 2009

HOMEM NEGRO


O homem negro descansa no seu sonho.
A dor não tem a mínima importância
Nesse sagrado instante.
Ganha e perde-se sempre.
O amanhã é outra batalha...
Dignidade é a armadura a vestir.
A lamina da intolerância corta,
O ferro em brasa do preconceito fere.
A criança descalça brinca,
Correndo atrás da bola.
Apenas um singelo sorriso,
Senhores da liberdade total...
A criança aprenderá
O que ela tem que aprender.
A pomba negra da solidariedade
Voará até as estrelas
E se confundirá com a imensidão do universo.
Ideais serão levados a mais alta instancia.
Sob o sol que aquece,
Sopram os ventos da mudança...
Há rostos sofridos, pessoas humildes,
Velhos companheiros.
A união de forças é a diferença
Para sobreviver nos vales sombrios
Do racismo insano.
Não se abaixará mais a cabeça.
O tempo é manipulável...
As botas da opressão não marcharão morro acima
Nem pisarão nos quintais sagrados.
Nesse sistema decrépito,
Há o ódio que produz que produz o ódio.
O homem negro sabe que é maior que seus algozes.
Com todas as feridas que não cicatrizaram,
Ele lutará, a lança está erguida.
Há fome de justiça e sede de liberdade.

Um senhor teve um sonho...
O homem negro lembrará com orgulho
De seus antepassados.
Andará por caminhos diversos,
Pois é dono do seu presente.
Uma força suprema está ao seu lado.
Não haverá mais silencio e omissão.
A verdade escondida exala como perfume
Numa manhã de primavera.
E o que era não será mais,
Pois ele verá e presenciará
Resultados sublimes por veredas estreitas

PALAVRA DE ÍNDIO E NÃO "TRATADO DE PAZ"


No processo de colonização na America do Norte, esqueceram os colonizadores ingleses de ouvir os verdadeiros donos dessas terras, um deles era Tatanka Yotanka, mais conhecido como Touro Sentado, chefe e guerreiro Sioux. Assim ele disse:
“Quero que todos saibam que não estou disposto a vender parte alguma de minha terra, nem quero os brancos cortando nossas árvores ao longo dos rios, sobretudo o carvalho. Tenho uma predileção especial pelos pequenos bosques de carvalhos. Gosto de olhar para eles, porque suportam as tempestades de inverno e os calores do verão, e - da mesma forma que nós - parecem florescer por causa disso.”

DIVAGANDO

Parece um ato insignificante tentarmos salvar uma árvore da morte aparente, mas se pararmos por um singelo instante e pensarmos, veremos que estamos salvando a nós mesmos e as gerações futuras.

O PALHAÇO (um poema descompromissado)


O equilibrista solto no vácuo, andando num cabo de aço.
Embaixo vidros estilhaçados
E no lixo de fora, bonecos esfarrapados.
Num mundo de coisas sem graça,
O silêncio da pláteia...
O desaparecimento da bailarina obessa pelo esquálido mágico...
E num canto do picadeiro no chão empoeirado, um cigarro fora do maço.
A domadora de leões que agora engole espadas.
A trapezista desempregada que virou garçonete e vende pipocas bem salgadas.
Tudo se repete de novo todo dia no tempo e espaço
E o que prevalece sempre é a alegria contagiante do palhaço.

30 de abril de 2009

NOS CAMPOS DO SENHOR... (poema)


Nos campos do Senhor,
Caem reis, rainhas e torres…
Como caem os muros ideológicos.
Tenho a boca ressecada,
Há a traição que sufoca
E a sordidez da mentira que amarga.
Vi generais e tiranos lutando no vale da morte…
Políticos e massa de manobra
Interagindo numa dança grotesca.
A cada dia surge uma faxina étnica,
Sempre haverá um povo oprimindo outro povo,
Enganando uns aos outros com tratados
Que não são respeitados.
Não estamos mais em tempos de paz…
Paz?
Guerras são arquitetadas por governantes e beligerantes,
Representantes de nações que se dizem unidas.

Nos campos do Senhor,
Imoralidade, aborto, egoísmo, corrupção,
Sectarismo religioso, liberação sexual, opressão.
Narcotráfico, clonagem humana, racismo,
Imbecilidades na Internet, poluição, terrorismo.
Ditaduras, guerrilhas, represão,
Torturas, colonização, omissão.
Há a intolerância que segrega,
Os excluídos do planeta marcham de um lugar para o outro,
Sem pátria, sem rostos…
As multinacionais preparam o holocausto.
Uma missão até Marte, talvez seja apenas uma ficção,
Só numa outra dimensão.

Nos campos do Senhor,
Há uma batalha invisível,
Cruel, parcial e sinistra,
Mas o bem prevalecerá sobre o mal,
Não o bem azul, vermelho e branco
Que não reconhece as diferenças
Culturais, raciais e políticas.
A criança brincará, correndo atrás da bola…
Vamos dar as mãos, num gesto de reconciliação.
Judeus e árabes, brancos e negros, católicos e protestantes,
Empregados e patrões, socialistas e capitalistas.
O perdão é necessário,
Feridas não cicatrizarão tão fáceis…

A UNIÃO SOVIÉTICA E SUAS EX-REPÚBLICAS

Para quem não sabe, houve uma época até o ínicio da década de 90 do século vinte, o mundo era dividido entre duas super-potências, a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e os Estados Unidos. A União Soviética esfarelou-se em várias outras repúblicas independentes depois de 1992 e as mesmas vivendo a sombra da Rússia, mas amparadas pelo poderio armamentista dos Estados Unidos.
Os países que faziam parte da extinta União das Repúblicas Socialistas Soviéticas eram:
Armênia, Arzeibajão, Bielo-Rússia, Cazaquistão, Estônia, Georgia, Letônia, Lituania, Moldavia, Quirguistão, Tadiquistão, Ucrânia, Usbequistão, Rússia e Turcomenistão.

29 de abril de 2009

O ÁLBUM DO QUEEN "A NIGHT AT OPERA"


O álbum do Queen "A NIGHT AT THE OPERA" é uma dessas raridades produzidas no século vinte, que tem o LP guarde a sete chaves e que comprou o cd também guarde a sete chaves. O disco é o quarto da banda inglesa, produzido em 1975, traz em suas doze faixas um virtuosismo peculiar, melódico e agradável das notas misturadas de rock com opera e uma pitada de psicodelia em parceria com o vocal lirico de talvez a maior e melhor voz do rock'n roll, a do falecido cantor Freddie Mercury.

26 de abril de 2009

FEB - FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA



O envio de tropas brasileiras para lutar na Europa durante a segunda guerra mundial foi decidido depois que vários navios brasileiros foram torpedeados por submarinos alemães. O Brasil declarou guerra oficialmente aos países do Eixo no dia 22 de agosto de 1942.
Chamou-se de Força Expedicionária Brasileira (FEB) ao contingente militar que tomou parte ativa na campanha da Itália, lutando ao lado dos aliados, no segundo semestre de 1944 e primeiro de 1945.
A determinação do governo brasileiro era de enviar à Itália três divisões de infantaria (DI), além de elementos de apoio, num total de sessenta mil homens. O contingente, organizado em unidades semelhantes às do Exército americano, estaria subordinado à direção estratégica do alto comando americano. Entretanto, apenas a primeira divisão participou da luta e, com o fim da guerra, as outras duas não chegaram a embarcar. Assim, a colaboração brasileira, no tocante a forças terrestres, totalizou 25.334 homens, sob o comando do então general-de-divisão João Batista Mascarenhas de Morais. Também participou do conflito o lº Grupo de Caça, da Força Aérea Brasileira.
Os maiores problemas enfrentados pelo Exército brasileiro na mobilização do contingente foram a falta de preparação técnica e psicológica e a deficiência de equipamento e instalações. A tropa recrutada e os voluntários vindos de todo o país se concentraram na Vila Militar, num subúrbio do Rio de Janeiro. A instrução da tropa foi dificultada pelo fato de que o Exército brasileiro ainda se pautava pelos ensinamentos da missão militar francesa, que esteve no Brasil em 1921, e teve que se adaptar rapidamente à doutrina militar americana, completamente estranha aos militares brasileiros. Havia poucos instrutores para o número de soldados e o resultado do treinamento ficou bem abaixo do esperado. Se a preparação não houvesse prosseguido na Europa, o que atenuou as deficiências da época do embarque, dificilmente a FEB teria conseguido desincumbir-se de suas missões.
Chegada na Itália. O governo brasileiro recorreu aos Estados Unidos para que facilitassem o transporte do grupamento para a Itália. Em julho de 1944, o navio-transporte General Mann estava no Rio de Janeiro, à disposição da FEB. Os embarques do contingente foram escalonados e começaram no dia 2. Os últimos elementos da FEB só chegariam na Itália em 22 de fevereiro do ano seguinte. Esse escalonamento resultou no emprego fragmentado da divisão, o que criou vários problemas para seu comandante.
Uma vez na Itália, o 1º escalão de embarque rumou de Nápoles para Tarquínia, onde foi incorporado ao V Exército americano. Devido a uma grave redução dos efetivos sob seu comando, o general americano Mark Clark, comandante do V Exército, apressou o treinamento dos pracinhas brasileiros, para que pudessem entrar rapidamente em ação. Em razão de sua inexperiência, o grupo foi destacado de início para um setor relativamente calmo, até que, segundo as palavras de Mark Clark, "tivesse recebido a inoculação do combate".
Na noite de 15 de setembro de 1944, o destacamento da FEB, sob o comando do general Zenóbio da Costa, entrou em linha, na região de Vecchiano, ao norte de Pisa, em substituição a tropas americanas. Ao amanhecer, avançou para o norte e em três dias apoderou-se de Massarosa, Camaiore e Monte Prano, depois de vencer resistência esporádica do inimigo, em retirada para novas posições nos Apeninos, a chamada linha Gótica. Nessa fase, até o dia 26 de setembro, a FEB perdeu cinco homens e teve 17 feridos, mas avançou 18km e fez 31 prisioneiros.
Avanço rumo ao Pó. No dia 28 de setembro, o general Zenóbio recebeu ordens do V Exército para que a FEB avançasse na direção de Castelnuovo di Garfagnana, progredindo através do vale do rio Sarchio. A 6 de outubro, as localidades de Fornaci e Coreglia Antelminelli foram ocupadas pelos brasileiros, que capturaram, quase intacta, uma fábrica de munições e acessórios para aviões. Em 30 de outubro o destacamento brasileiro conquistou La Rochette, Lama di Sotto, Lama di Sopra, Prodoscello, Pian de los Rios, Colle e o monte San Quirico, completando assim a primeira etapa da operação de tomada de Castelnuovo, porta de acesso ao vale do Pó. Devido à importância estratégica da localidade, as tropas do Eixo desfecharam um contra-ataque e retomaram posições. Após o incidente, encerrou-se a participação do general Zenóbio nas linhas de frente, pois ele teve de supervisionar a preparação de mais dois regimentos de infantaria brasileiros que haviam chegado à Itália.
Os efetivos da FEB foram deslocados para uma frente mais importante, no vale do rio Reno, já que o objetivo de Mark Clark era "conquistar Bolonha antes do Natal". Os dois escalões brasileiros recém-chegados foram incorporados ao combate sem passar pelo planejado período de sessenta dias de adaptação e treinamento. Apesar do empenho aliado em tomar Bolonha, os alemães resistiram tenazmente em suas posições, do mar Tirreno ao Adriático. Na frente brasileira, fracassaram três ataques ao monte Castelo, em novembro e dezembro, fato que teve grande repercussão no Brasil. Em 21 de fevereiro de 1945, após um período de imobilização causada pelo inverno rigoroso, a 10ª divisão de montanha, unidade de elite americana, apoderou-se do monte Belvedere, enquanto a FEB, em ação combinada, capturava finalmente Monte Castelo, depois de 12 horas de combate.
Os ataques conjugados da FEB e da 10ª divisão de montanha prosseguiram. Os americanos conquistaram seu segundo objetivo, o monte Della Toraccia, graças em parte à conquista de La Serra pelos brasileiros, o que facilitou a posição americana. Em 5 de março de 1945, a FEB ocupou os montes Della Castellana e de Castelnuovo, abrindo definitivamente a estrada de Porreta Terme-Marano ao tráfego aliado. Com o objetivo de completar a ruptura da posição inimiga, a oeste do rio Reno, as forças brasileiras se apoderaram das regiões de Vergaro e Tole, atingindo o vale do rio Pó.
Os brasileiros conseguiram uma importante vitória em Montese, tomada em 21 de abril de 1945. A partir daí, prosseguiu o avanço aliado no vale do Pó, para evitar a evasão de tropas alemãs para o norte, onde poderiam tentar reagrupar-se. No dia 28 de abril, a FEB, que apertara o cerco sobre os alemães que se retiravam, conseguiu fazê-los retrair-se para Fornovo, onde se renderam. Nessa jornada, foram capturados 14.779 soldados da 148ª divisão de infantaria alemã e remanescentes de outras tropas do Eixo.
O dispositivo militar nazi-fascista na Itália estava em franca desagregação. A FEB ocupou a região de Piacenza e Alessandria, enquanto a 1ª divisão blindada americana tomava Novara e seguia até Turim, onde o 75º Corpo de Exército alemão, através de seu comandante, o general Joseph Pemsel, se rendeu aos aliados. Forças avançadas brasileiras fizeram junção em 2 de maio com tropas francesas, em Susa.
Vitória final. Na noite de 29 de abril de 1945, emissários do comando alemão apresentaram os termos da rendição, assinada no palácio real de Caserta. Pouco depois, em 2 de maio, foi anunciada a capitulação incondicional das tropas do Eixo no Mediterrâneo, assinada em Florença.
Em 11 de maio de 1945, na catedral de Alessandria, celebrou-se missa solene em homenagem aos componentes da Força Expedicionária Brasileira tombados na Itália. Em 6 de junho, o ministro da Guerra ordenou que as unidades da FEB se subordinassem ao comandante da 1ª Região Militar, o que, em última análise, significava a dissolução do contingente.
As cinzas dos 451 oficiais e praças brasileiros mortos no conflito, entre eles oito pilotos da FAB, foram transladadas do cemitério de Pistóia, na Itália, para o Brasil, em 5 de outubro de 1960, e hoje repousam no monumento aos mortos da segunda guerra mundial, no Rio de Janeiro.

25 de abril de 2009

HOMENS BRANCOS

Pobres homens de pele branca,
Pseudo-donos de um mundo insano.
Outros dias irão chegar,
Trazido pelo furacão da intolerância.
O medo é uma arma mortal...
É tempo de não acreditar.
O poder é escasso, a razão é vaga.
Consomem o que não presta,
Das armas que fabricam,
As que não matam, aleijam.
Foram a Lua, Deus não estava lá.
Engedram milhares de guerras
Para um alto preço cobrar.
Derrubam governos.
Criam revoluções instantâneas
E tantos ismos...
Para o planeta poderem controlar.
No passado de um novo mundo,
Exterminaram povos inocentes pela espada,
Subterfúgio para crença num deus único...
Inferiorizaram e escravizaram outros povos.
Que homens são estes?
Matam e se matam tanto,
Desmatam florestas tropicais.
Aos poucos destroem o pouco que resta,
Acreditando serem racionais.
São bestas humanas,
Precursores do holocausto próximo.
Pobres homens de pele branca...

24 de abril de 2009

ASHOHASHIN

A palavra assasino vem do árabe. No ínicio não tinha nada a ver com o significado que tem hoje. Ashohashin eram consumidores de haxixe. Durante as cruzadas, mais ou menos em 1090 apareceu uma seita que tinha como prática a violência. Chama-se Ashohashin, foi criada pelo persa Hassan Ibn Al-Sabbah. Seus seguidores sob os efeitos do haxixe obedeciam cegamente ao seu chefe. A ordem era acabar com os inimigos que não eram poucos, os ashohashin matavam com requintes de crueldade. Ashohashin virou sinônimo de morte.

QUEM SE LEMBRA DOS POVOS ÍNDIGENAS?

Em 1492, esses aborígenes do continente americano chamado indígenas somavam de 70 a 90 milhões de indivíduos. Um século mais tarde estavam reduzidos a 3,5 milhões. No Brasil, os portuguêses encontraram uma população indígena de aproximadamente 7 milhões de pessoas em 1500. Hoje esta população está reduzida a aproximadamente 200 mil índios, um número 35 vezes menor.
O genocídio registrado na história contra as culturas azteca, maya, inca, cheyennes, sioux, apaches, txucarramaes, guaranis, e outras tantas, continua hoje na vida dos índios. Suas terras são invadidas, são eles dizimados por doenças, tratados como cidadãos de segunda categoria, estrangeiros na própria terra. Hoje mais do que nunca continuam sendo explorado pelo sistema capitalista.

POSSUÍDO DE ENERGIA

Como seria conhecido um individuo possuído de energia? Seria um energúmeno (do grego energoumenos). Estas pessoas praticavam atos humanamente impossíveis, falavam linguas que não poderiam conhecer, previam as coisas e tinham uma força descomunal.

POLÍCIA

Ela invade sua casa,
Há armas em suas mãos.
A policia não lhe protegerá,
Talvez ela possa fazer mudanças.
Alguém vai se dar mal.
A policia não guarda segredo.
Ela adora atirar para matar.
Seus alvos são tudo aquilo,
Que move, que fala, que age.
São adolescente, delinqüentes e artistas,
Trabalhadores, estudantes e ativistas.
Ela não se importa com nada,
Simplesmente apaga a esperança.
Não levante suspeita,
É melhor estar aqui.
A policia contra-ataca,
Ela vai lhe perseguir.
Não corra como louco,
Finja que é feliz.
A policia arma ciladas,
Sua vida está por um triz.